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Transtorno bipolar atinge ao menos 8% da população brasileira






Cerca de 8% da população adulta brasileira é diagnosticada com transtorno bipolar. A Associação Brasileira de Transtorno Bipolar (ABTB) estima que cerca de 15 milhões de brasileiros sejam portadores do quadro psicopatológico. Com o objetivo de chamar atenção para os sintomas, tratamentos e desmistificar o preconceito, a doença é lembrada neste sábado, 30, Dia Mundial do Transtorno Bipolar.

A doença  tem uma variação de tipos e é caracterizada pelos sintomas alternados no humor nas pessoas. Estes dois polos são a depressão e a euforia.

O transtorno afetivo bipolar é um distúrbio psiquiátrico caracterizado pela alternância de humor, muitas vezes repentina. O indivíduo apresenta oscilações súbitas entre a depressão, como tristeza, isolamento social, falta de esperança, e euforia, com agitação, felicidade extrema e excitação.

A maioria dos casos do transtorno não se apresentam de forma repentina. Teve casos que demoram até 10 anos para serem diagnosticados como bipolaridade. Isso acontece porque, geralmente, os primeiros sinais que um bipolar apresenta são os de depressão e acabam sendo diagnosticados assim

Causas

Os fatores que podem levar uma pessoa ao transtorno bipolar ainda estão sendo estudados. Algumas pesquisas mostram que existe um fator genético, além de variáveis ambientais que podem desencadear o desenvolvimento do transtorno.


O tratamento ideal para o transtorno bipolar é a aliança entre as duas especialidades (psiquiatria e psicologia). Para um melhor orientação, é importante que o paciente faça um acompanhamento com psicoterapia aliado ao uso de remédios estabilizadores de humor.

Alerta

O transtorno bipolar é doença sem cura, mas com tratamento e controle. Os profissionais alertam que os sintomas são desencadeados por estressores psicossociais, comuns na vida de todos, mas que a maioria das pessoas não adoece psiquicamente, apenas as que trazem consigo uma vulnerabilidade.

Nem todas as pessoas possuem regulação emocional e é comum apresentar oscilações de humor e isso não significa que o indivíduo possua o transtorno bipolar. Dessa forma, chamar uma pessoa 'confusa' de bipolar por fazer com que essa pessoa realmente acredite que tem um problema.

Chamar uma pessoa indecisa de bipolar causa uma coisa terrível para quem tem o transtorno: a vulgarização do termo. Às vezes a pessoa tem, mas não acredita ter. Às vezes a pessoa não tem e acredita ter.

Com o tratamento feito forma correta, a pessoa com transtorno bipolar pode levar uma vida normal. Com o tratamento o paciente pode trabalhar, estudar, brincar, sair, namorar e nunca mais precisar crises.


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