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Bipolaridade e alimentação







Os sintomas mais comuns do transtorno bipolar apontam para uma alegria duradoura e exagerada, sensação de ter poderes especiais, otimismo e confiança em excesso, irritabilidade e impaciência, distração fácil, aumento do desejo sexual, insônia e em casos mais graves delírios e alucinações, abuso de álcool e drogas, ideias de suicídio, desinibição exagerada e comportamentos inadequados.

Nessa lista aparecem também um súbito aumento ou diminuição do apetite, além de comportamentos errados ao comer. Tanto que pesquisas indicam que o uso de alguns suplementos nutricionais pode auxiliar no tratamento.

Mudanças no estilo de vida e hábitos alimentares são primordiais na prevenção e tratamento dos pacientes. Alguns estudos sugerem que pessoas depressivas ou estressadas são motivadas a escolherem alimentos menos saudáveis. A dieta ocidental é rica em alimentos açucarados, gordurosos, pobres em fibras, vitaminas e minerais, ácido graxos essenciais, etc. Um consumo aumentado de frutas, verduras e legumes está ligado à uma queda dos radicais livres e do estresse oxidativo, já que esses alimentos são ricos em antioxidantes. O ômega-3, linhaça e chia são antiinflamatórios e ajudam na melhora da inflamação, diminuindo as citocinas inflamatórias.

Estudos mostram que pacientes com alterações neurológicas costumam ter algumas deficiências nutricionais como ômega-3, vitaminas do complexo B, minerais e aminoácidos precursores de neurotransmissores. O baixo consumo de peixes está diretamente relacionado à maior incidência de desordens mentais. Para esses pacientes, a dose ideal de ômega-3 é bem mais alta, em torno de 9,6g/dia.

Os suplementos mais indicados são os de vitamina C, o aminoácido taurina e Omega-3. No entanto, eles só devem ser consumidos sob orientação médica ou de um nutricionista, uma vez que as doses indicadas são mais elevadas.

O consumo de cafeína, açúcar, além de dieta pobre em nutrientes tem efeitos negativos e aumenta a flutuação de humor dos portadores.

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