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Saiba mais sobre a Hipomania




Olá! Eu sou a Dani e esse texto fala sobre Saiba mais sobre a Hipomania.


Podemos dizer que a hipomania é um tipo de distúrbio mais leve da mania. Seus sintomas podem ser parecidos (energia em excesso, impulsividade, impaciência, etc.), mas eles aparecem em níveis menores.

Quem sofre com o Transtorno Bipolar tem seu humor bruscamente alterado entre períodos de depressão, mania ou hipomania. Quando a bipolaridade alterna crises depressivas e maníacas, ela é chamada de Transtorno Bipolar 1 e quanto varia entre depressão e hipomania é conhecida por Transtorno Bipolar 2.

Mesmo assim, só porque uma pessoa é hipomaníaca não significa que ela seja bipolar. Por isso é importante procurar um psiquiatra para que ele te oriente sobre o seu caso em específico.

Quais são os principais sintomas da hipomania?

Como já mencionamos, os sintomas da hipomania são semelhantes aos da mania, só que em uma intensidade menor. Veja a seguir quais são:

  • Dificuldade de concentração;
  • Vontade incontrolável de falar sem parar;
  • Pouco sono (3 horas sendo o suficiente);
  • Pensamentos confusos;
  • Energia excessiva para qualquer coisinha;
  • Impulsividade;
  • Muita agitação;
  • Desinibição;

A hipomania ou episódio hipomaníaco é caracterizada pelos seguintes critérios:

A) Um período distinto de humor anormal e persistentemente elevado, expansivo ou irritável e aumento anormal e persistente da atividade ou energia;

B) Durante o período de perturbação do humor e aumento de energia e atividade, três (ou mais) dos seguintes sintomas (quatro se o humor é apenas irritável) persistem:

1. Autoestima inflada ou grandiosidade.
2. Redução da necessidade de sono (p. ex., sente-se descansado com apenas três horas de sono).
3. Mais loquaz que o habitual ou pressão para continuar falando.
4. Fuga de ideias ou experiência subjetiva de que os pensamentos estão acelerados.
5. Distratibilidade (i.e., a atenção é desviada muito facilmente por estímulos externos insignificantes ou irrelevantes), conforme relatado ou observado.
6. Aumento da atividade dirigida a objetivos (seja socialmente, no trabalho ou escola, seja sexualmente) ou agitação psicomotora.
7. Envolvimento excessivo em atividades com elevado potencial para consequências dolorosas (p. ex., envolvimento em surtos desenfreados de compras, indiscrições sexuais ou investimentos financeiros insensatos).

C) O episódio está associado a uma mudança clara no funcionamento que não é característica do indivíduo quando assintomático.

D) A perturbação do humor e a mudança no funcionamento são observáveis por outras pessoas.

E) O episódio não é suficientemente grave a ponto de causar prejuízo acentuado no funcionamento social ou profissional ou para necessitar de hospitalização. Existindo características psicóticas, por definição, o episódio é maníaco.

F) O episódio não é atribuível aos efeitos fisiológicos de uma substância (p. ex., droga de abuso, medicamento, outro tratamento).

Cada episódio de hipomania costuma durar por volta de 1 semana. Apesar de não afetar tanto as relações profissionais e pessoais quanto a mania, a hipomania pode causar problemas no trabalho com relação às decisões precipitadas e aos investimentos arriscados.

A psiquiatria e a psicologia andam de mãos dadas no que diz respeito ao tratamento para pessoas hipomaníacas ou bipolares.

Enquanto o psiquiatra pode receitar medicamentos que ajudem a aliviar os sintomas, o psicólogo busca compreender a fonte dessas emoções e a melhor forma de lidar com elas.

O ideal é ter consulta com os dois profissionais. Esses distúrbios podem não ter uma cura exata, mas certamente é possível viver, trabalhar e ter relações pessoais saudáveis mesmo com eles. Tudo depende da ajuda que você decidir buscar.


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