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Transtorno bipolar em Idosos




Olá! Eu sou a Dani e esse texto fala sobre Transtorno bipolar em Idosos.




O Transtorno afetivo bipolar (TAB ou TB) ou Transtorno bipolar do humor é uma doença mental grave, que afeta cerca de 1% da população (as formas mais leves podem chegar a atingir 6% da população). A doença ocupa o sexto lugar entre as causas principais de incapacidade em todo o mundo e é caracterizado por episódios de mania (euforia) que se alternam com episódios depressivos. O TB é três vezes mais comum entre os jovens do que entre os idosos. Porém, não é uma exclusividade dos jovens.

Com o envelhecimento surgem novas dificuldades para manter a saúde mental das pessoas idosas. Caracterizado por episódios de humor elevado, expansivo ou irritado, o transtorno bipolar pode ter início tardiamente, ou entre a segunda e a terceira década de vida, quando é mais comum. Em idosos, o transtorno bipolar pode atingir de10% a 25% dos pacientes com transtorno de humor.

Os princípios gerais para tratamento são semelhantes àqueles para adultos jovens, mas as doses dos medicamentos devem ser, em geral, mais baixas. Os idosos são mais sensíveis a efeitos colaterais e têm mais probabilidade de desenvolver prejuízo cognitivo com certas medicações. Além disso, eles costumam fazer uso de polifarmácia, em razão de comorbidades, e todos os cuidados devem ser tomados na administração desses medicamentos e suas respectivas doses. Alguns deles podem, inclusive, aumentar o risco de quedas, promover hiponatremia (diminuição do sódio no sangue), sinais extrapiramidais (impregnação), intoxicação e muitos outros problemas, razão pela qual os idosos devem ser monitorizados durante todo o tempo do tratamento.

O idoso com transtorno bipolar pode apresentar problemas de memória ou de raciocínio que merecem atenção profissional adequada para distinguir de outros transtornos que acometem essa faixa etária, como as síndromes demenciais, por exemplo. Acredita-se que os indivíduos idosos com transtorno bipolar tenham risco aumentado para demência em relação a idosos sem esse transtorno.

Na terceira idade, a doença cerebrovascular ou outras doenças neurodegenerativas parecem exercer um papel importante no desenvolvimento do transtorno. Pouco se sabe sobre a prevenção do transtorno bipolar em indivíduos saudáveis. Entretanto, uma vez instalado o transtorno, é possível prevenir a recorrência dos episódios.

A participação em grupos de psicoeducação e, em alguns casos, psicoterapia com foco na família, é fundamental.  Pacientes e familiares que participam são capazes de identificar sinais de alerta de recorrências mais precocemente, além de serem capazes de identificar sinais de alerta de recorrências mais precocemente. Eles podem auxiliar também na estabilização dos ritmos de sono e no envolvimento com atividades do cotidiano, inclusive com a medicação.


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